A Rovensa Next recebe R$ 1.000,45 milhões em financiamento da FINEP para impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento de biossoluções e fomentar a próxima onda de inovação agrícola no Brasil.

O financiamento da FINEP (Fundação Nacional de Financiamento de Estudos e Projetos) acelerará o desenvolvimento de novas soluções em adjuvantes, bionutrição e biocontrole, fortalecendo o portfólio da Rovensa Next e sua capacidade de atender às necessidades em constante evolução da agricultura moderna. Na foto, o Centro de Inovação da Rovensa Next no Brasil.
Rovensa Próximo, A [Nome da Empresa], líder global em biossoluções para a agricultura, garantiu R$ 1.404 milhões (aproximadamente US$ 1.408,8 milhões) em financiamento da Fundação Nacional de Financiamento de Estudos e Projetos (FINEP) para impulsionar seus investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação no Brasil. O projeto foi incluído no programa “Mais Inovação” da FINEP, uma iniciativa subsidiada destinada a promover a inovação no setor, incentivando a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico.
Os fundos serão destinados à criação e ao desenvolvimento de novas biossoluções, como bionutrição, biocontrole e adjuvantes, fortalecendo o portfólio de soluções da empresa e contribuindo para um setor agrícola cada vez mais produtivo, eficiente e sustentável. A obtenção desse financiamento atesta a qualidade técnica, o impacto potencial e a relevância estratégica da pesquisa liderada pela Rovensa Next.
ACELERANDO AS CAPACIDADES GLOBAIS DE P&D NO BRASIL
O Brasil se consolida como um polo de rápido crescimento para as operações globais de P&D da Rovensa Next. Além de garantir esse novo financiamento, a empresa alcançou recentemente outro marco importante na região com a inauguração de sua nova planta piloto de fermentação no complexo industrial de Monte Mor. Trabalhando em estreita colaboração com o Centro Global de Pesquisa e Inovação em Biossoluções em Hortolândia, esse ecossistema integrado permite que a empresa amplie rapidamente a produção de biossoluções microbianas, desde a pesquisa laboratorial inicial até a produção industrial em larga escala.
“O Brasil é um mercado prioritário e uma potência estratégica para nossa rede global de inovação”, disse Victor Sonzogno, Diretor da Rovensa Next no Brasil. “Este financiamento da FINEP acelerará nossos projetos de P&D, aprimorando ainda mais nossa capacidade de desenvolver biossoluções de ponta que abordem os desafios agrícolas locais, ao mesmo tempo em que ampliamos com sucesso essas tecnologias para apoiar produtores em todo o mundo.”
INOVAÇÃO ESTRATÉGICA PARA A AGRICULTURA SUSTENTÁVEL
A Rovensa Next, que comercializa suas soluções em mais de 90 países, está comprometida com o investimento contínuo no desenvolvimento de tecnologias capazes de enfrentar os principais desafios da agricultura moderna. A transação com a FINEP, estruturada em um prazo de 16 anos e cobrindo 90% do custo total do projeto, proporciona estabilidade a longo prazo para o avanço dessas iniciativas estratégicas. Sonzogno observou que esse nível de apoio representa “um importante reconhecimento da força do nosso programa de inovação e do potencial das tecnologias que estamos desenvolvendo no Brasil”.”
Riccardo Vanelli, Diretor de Inovação e Estratégia da Rovensa Next, também afirmou que o financiamento “representa um passo significativo em nossa missão de conectar oportunidades de mercado com inovação de produtos”, acrescentando que “ao expandir nossa capacidade de pesquisa e desenvolvimento em um mercado biologicamente diverso e agrícola avançado como o Brasil, aumentamos nossa capacidade de criar soluções eficazes que atendam às necessidades específicas de nossos distribuidores e produtores em escala global”.”
Esta iniciativa permitirá à empresa acelerar projetos destinados ao desenvolvimento de soluções biológicas que contribuam para a produtividade das culturas, a saúde do solo e a sustentabilidade dos sistemas agrícolas, em consonância com a Rovensa Next. Biosolucionar a Agricultura, Uma campanha com respaldo científico que demonstra como as biossoluções ajudam os produtores a melhorar o desempenho e a rentabilidade, reduzir a carga de insumos sintéticos e cultivar de forma mais sustentável em diversas culturas e climas ao redor do mundo.