Brasil: Grandes negócios de sementes

De acordo com ANBA, a Agência de Notícias Brasil Árabe, a BASF e a Embrapa, empresa brasileira de pesquisa agropecuária, estão a três ou quatro anos de implementar sementes biotecnológicas desenvolvidas no Brasil.

A característica em pesquisa na colaboração BASF-Embrapa conferiria resistência à imidazolinona à soja. Elibio Rech, que está liderando a parte da Embrapa do projeto, acredita que dentro de três ou quatro anos do lançamento, a soja geneticamente modificada (GM) brasileira poderia ter uma fatia entre 10% e 20% do mercado global, que atualmente é dominado pela Monsanto Co.

Ao mesmo tempo, a Monsanto anunciou planos de investir US$ 1,4 bilhão no Brasil nos próximos cinco anos para desenvolver soja transgênica que combine Bacilo thuringiensis (Bt) resistência contra a lagarta-medideira da soja (Anticarsia gemmatalis) com tolerância ao glifosato Roundup RReady2Yield. A tecnologia é a primeira da empresa a ser desenvolvida para mercados fora dos EUA, com foco exclusivo na América do Sul, observou a Monsanto.

"A melhoria no processo regulatório e o respeito aos direitos de propriedade intelectual no Brasil determinaram esse novo investimento", disse o presidente da Monsanto Brasil, Alfonso Alba.

O investimento da Monsanto será liberado após a inauguração de estações de pesquisa em Tocantins, Paraná e Rio Grande do Sul.

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Fortalecendo ainda mais seus negócios no país, a Monsanto também anunciou a aquisição da empresa brasileira de sementes de milho, Agroeste Sementes (Xanxere). A aquisição abrange todos os negócios da Agroeste, incluindo suas marcas de sementes de milho. A Agroeste fornece aos agricultores de todo o Brasil, fornecendo cerca de 10% da área de milho do país, de acordo com a Monsanto.