Pesquisa com fungos pode melhorar os bioinseticidas
O método da ARS de cultivar o fungo benéfico Metarhizium anisopliae para produzir bilhões de células compactadas, ou "microescleródios", pode ser usado para desenvolver novas formulações de bioinseticidas. Até 2004, não se sabia que o Metarhizium produzia microescleródios; acreditava-se que essas células resistentes só poderiam ser produzidas por fungos causadores de doenças em plantas.
O Metarhizium – que infecta e mata apenas certos insetos hospedeiros e não é prejudicial a pessoas, animais de estimação ou gado – tem sido formulado por fabricantes de bioinseticidas há mais de uma década com conídios ou outras formas de esporos, relata a ARS. Pesquisas mostram que o uso de microescleródios em vez de conídios pode reduzir custos e tempo, além de melhorar significativamente sua vida útil e seu desempenho no combate a pragas. Os microescleródios também podem ser formulados em grânulos e dimensionados com mais facilidade do que outras formas de esporos, tornando-os mais compatíveis com semeadores e aplicadores de granulados de pesticidas.
Mais informações podem ser encontradas em: http://www.ars.usda.gov/is/AR/archive/sep08/fungus0908.htm.