A ICL está pronta para redefinir a nutrição vegetal com o Bioz Kellus.
ICL lançou o Bioz Kellus, um quelato inovador que também atua como bioestimulante, proporcionando uma absorção mais rápida de nutrientes e maior resistência das plantas.
O produto representa uma mudança em relação aos fertilizantes tradicionais e concentra-se não apenas na quantidade de nutrientes que chega ao solo ou à folha, mas em como as plantas realmente os utilizam em nível celular.
“Estamos reformulando a definição de nutrição vegetal”, afirma o Dr. Eduardo Lopes Cancellier, Especialista em Agronomia de Bioestimulantes do ICL. “Estamos deixando para trás a era de pensar apenas em quilogramas de elementos por hectare. Nosso foco é maximizar a capacidade da planta de absorver e utilizar nutrientes de forma eficiente, ao mesmo tempo em que promovemos a saúde e a resiliência geral.”
Os quelatos tradicionais geralmente contêm apenas uma fração de nutrientes utilizáveis, sendo o restante do produto inútil para a planta e potencialmente acumulado no ambiente. A Bioz Kellus inverte esse modelo ao criar um módulo transportador biologicamente ativo e totalmente biodegradável. Ele combina moléculas à base de peptídeos com ácidos orgânicos para liberar nutrientes e desencadear efeitos bioestimulantes dentro da planta.
Em testes avançados no Centro de Energia Nuclear para Agricultura da Universidade de São Paulo, cientistas utilizaram fluorescência de raios X baseada em síncrotron, uma técnica de ponta mais comumente usada em física, para rastrear o movimento de nutrientes em tempo real. Os resultados mostraram que o Bioz Kellus acelerou a absorção de zinco pelas folhas em apenas 13 horas, superando quelatos tradicionais e sais insolúveis.
“Uma absorção mais rápida de nutrientes traz maior segurança e eficiência para os agricultores”, disse Lopes Cancellier. “As aplicações têm menos probabilidade de serem lavadas pela chuva e as plantas respondem mais rapidamente.”
Ensaios de campo também demonstraram efeitos bioestimulantes protetores. Quando aplicado juntamente com glifosato, as plantas não apresentaram sinais de danos típicos causados por herbicidas, com novas folhas emergindo verdes e saudáveis. Outros ensaios confirmaram que o Bioz Kellus alcançou a maior taxa de realocação de nutrientes nas primeiras 50 horas, ativando os processos fisiológicos das plantas de forma mais consistente.
Testes laboratoriais também confirmaram a biodegradação do 100% em 22 dias, abordando as preocupações sobre agentes quelantes persistentes e alinhando-se com insumos agrícolas mais ecológicos e agricultura regenerativa.
“Já patenteado e comercializado no Brasil como biofertilizante, o Bioz Kellus está prestes a estabelecer novos padrões na agricultura em termos de segurança e desempenho de micronutrientes quelatados”, disse Lopes Cancellier.