A tecnologia VIRESTINA da Syngenta visa a resistência a herbicidas no controle global de ervas daninhas.
Proteção de Cultivos Syngenta Apresentamos a tecnologia VIRESTINA, um novo inibidor de ACCase de quarta geração, desenvolvido para combater ervas daninhas resistentes e ampliar a flexibilidade no manejo dessas plantas.
O lançamento ocorre após aprovação regulatória na Argentina, com planos de expansão para outros mercados, como Brasil, Estados Unidos, Austrália e Canadá, segundo a empresa.
A tecnologia VIRESTINA (ingrediente ativo: metproxibiciclona) foi desenvolvida para controlar ervas daninhas que desenvolveram resistência a herbicidas amplamente utilizados. herbicidas como o glifosato e o cletodim. Pode ser aplicado em cobertura em culturas como soja e algodão, bem como utilizado em programas de dessecação pré-plantio em diversos sistemas de cultivo.
“Na Syngenta, vemos a tecnologia VIRESTINA como um avanço significativo no combate a ervas daninhas resistentes a herbicidas em culturas como soja e algodão”, afirma João Vaz, Gerente Global de Produto da tecnologia. “Ela foi desenvolvida para oferecer aos produtores mais uma opção em um momento em que as ferramentas eficazes estão se tornando cada vez mais limitadas.”
O manejo da resistência continua sendo um fator-chave para o desenvolvimento da tecnologia. Ao introduzir um novo modo de ação dentro da classe dos inibidores da ACCase, o VIRESTINA está posicionado para apoiar programas integrados de manejo de plantas daninhas e ajudar a preservar a eficácia dos herbicidas existentes.
“Pode apoiar programas integrados de manejo de plantas daninhas, adicionando um modo de ação diferente, o que é importante para preservar a eficácia dos herbicidas existentes e retardar a disseminação da resistência”, acrescenta Vaz.
Segundo a Syngenta, o produto também oferece flexibilidade operacional, incluindo o uso em diversas culturas e diferentes épocas de aplicação. A empresa destaca sua capacidade de se decompor rapidamente no solo, o que pode proporcionar vantagens para a rotação de culturas e o planejamento de plantas de cobertura.
Com o aumento da pressão da resistência global, a empresa espera que a demanda por novas soluções cresça para além de mercados pioneiros como a Argentina.
“Nosso monitoramento interno revela que os produtores na Austrália, nos EUA e no Canadá estão enfrentando desafios crescentes devido à resistência de ervas daninhas e também precisarão ter acesso a tecnologias avançadas como a VIRESTINA”, diz Vaz. “Nossas equipes estão trabalhando para disponibilizar a tecnologia nesses mercados.”
O cronograma de desenvolvimento reflete uma tendência mais ampla de investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D) a longo prazo na área de proteção de cultivos. A Syngenta observa que novas tecnologias podem levar mais de uma década e exigir um capital significativo para chegar ao mercado, visto que as exigências regulatórias e as expectativas de sustentabilidade continuam a evoluir.
A tecnologia VIRESTINA faz parte de um esforço mais amplo da empresa para equilibrar o desempenho agronômico com as considerações ambientais, incluindo menor persistência no solo e menos passagens pelo campo.
“Ele se decompõe rapidamente no solo, demonstrando seu perfil de segurança e menor impacto ambiental”, diz Vaz. “Como é tão eficaz, os agricultores podem conseguir reduzir o número de passagens de máquinas necessárias para controlar ervas daninhas.”
Com a crescente resistência aos herbicidas, inovações como o VIRESTINA sinalizam um foco renovado tanto na química quanto em estratégias integradas para manter a produtividade do campo a longo prazo.